Entrevista sobre a mulher e mercado de trabalho

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Você acha que a mulher já adquiriu seu espaço dentro do mercado. Ou ainda existe algum preconceito diante a figura feminina ?

segunda-feira, 29 de março de 2010

Pelo menos, elas já provaram que além de ótimas cozinheiras, podem também ser boas motoristas, mecânicas, engenheiras, advogadas e sem ficar atrás de nenhum homem. Já está mais do que provado que as mulheres são perfeitamente capazes de cuidar de si, de conquistar aquilo que desejam e de provocar mudanças profundas no curso da história.
O dia internacional da mulher foi criada, durante a segunda conferência internacional da mulher socialista em Copenhague no ano de 1910 por uma mulher chamada de clara zetkin , sendo escolhido o dia 8 de março. Neste dia do ano de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte-americana de nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram tragicamente carbonizadas. Mas somente no ano de 1799 ONU incluiu o dia 8 de março em seu calendário oficial de comemorações, e a data passou a ser reconhecida como marco da luta feminina pela defesa dos direitos humanos. As primeiras providências quanto à proteção da mulher remontam ao final do século 19 e começo do século 20. Desde então, a necessidade de proteger a mulher por ocasião do parto e resguardar seu emprego antes e depois do mesmo, protegendo-a de possíveis prejuízos materiais, tem sido reconhecida nas constituições de diversos países, como também, em termos mais amplos na declaração universal dos direitos humanos de 1948.




As desigualdades vividas no cotidiano da sociedade, no que se refere às relações de gênero, não se definiram a partir do econômico, mas, especialmente a partir do cultural e do social, formando daí as "representações sociais" sobre as funções da mulher e do homem dentro dos variados espaços de convivência, ou seja: na família, na escola, na igreja, na prática desportiva, nos movimentos sociais, enfim, na vida em sociedade.
Nos últimos cinqüenta anos um dos fatos mais marcantes ocorridos na sociedade brasileira foi a inserção crescente das mulheres na força de trabalho. Este contínuo crescimento da participação feminina é explicado por uma combinação de fatores econômicos e culturais. Primeiro, o avanço da industrialização transformou a estrutura produtiva, a continuidade do processo de urbanização e a queda das taxas de fecundidade, proporcionando um aumento das possibilidades das mulheres encontrarem postos de trabalho na sociedade. Segundo, a rebelião feminina do final dos anos 60, nos Estados Unidos e Europa, chegou como uma onda nas nossas terras, em plenos anos de chumbo; apesar disso, produziu o ressurgimento do movimento feminista nacional fazendo crescer a visibilidade política

domingo, 28 de março de 2010

 A história da mulher no mercado de trabalho.
A mulher, durante toda história, foi vista como a dona de casa, a mãe de família , e sua época no mercado de trabalho foi ganhando  com a luta dela própria. A evolução da mulher no mercado de trabalho, em meados da década de 70, foi quando elas começaram a conquistar seu lugar. Os principais motivos que estão levando a mulher ao mercado de trabalho estão cada vez mais voltados à necessidade de ajudar na renda familiar. Hoje em dia o mercado de trabalho está cada vez mais restrito e é comum mulheres assumirem as despesas da casa quando seus maridos perdem os empregos.

 Em muitos casos é a mulher quem trabalha fora e o marido fica em casa para cuidar dos filhos.
 Antigamente as mulheres que ficavam viúvas, precisavam se virar para sustentar a casa e os filhos, elas faziam doces e artesanatos para vender, mas essas atividades não eram bem vistas pela sociedade, além de ser pouco valorizadas. Atualmente o mundo vem apostando e muito nos valores femininos, tanto nos países desenvolvidos como nos subdesenvolvidos, as mulheres a cada dia que passa está mais presente no mercado de trabalho, elas estão ocupando postos muito importantes como: nos tribunais, nos ministérios e, continuam crescendo cada vez mais dentro de empresas e organizações.
Consideradas ainda, peças fundamentais na administração do lar, as mulheres acumulam funções, tornando-se essenciais tanto no âmbito familiar como para o mercado de trabalho. Mas, mesmo com as evoluções e conquistas da mulher no mercado de trabalho, ela ainda não está numa condição de vantagem em relação aos homens, pois continua existindo muito preconceito e discriminação, principalmente em relação à desigualdade salarial entre homens e mulheres.
As mulheres sofrem mais do que os homens com o estresse de uma carreira, pois as pressões do trabalho fora de casa se duplicaram. As mulheres dedicam-se tanto ao trabalho quanto o homem e, quando voltam para casa, instintivamente dedicam-se com a mesma intensidade ao trabalho doméstico.
Hoje o perfil das mulheres é muito diferente daquele do começo do século. Além de trabalhar e ocupar cargos de responsabilidade assim como os homens, ela aglutina as tarefas tradicionais: ser mãe, esposa e dona de casa.Trabalhar fora de casa é uma conquista relativamente recente das mulheres. Ganhar seu próprio dinheiro, ser independente e ainda ter sua competência reconhecida é motivo de orgulho para todas.